PEIXINHO

sábado, 16 de novembro de 2013

QUANTA SUTILEZA



Uma borboleta
Chegou envergonhada
Ao meu lado posou
Um suave bater de asas
Ali ficou...
Era como me olhasse
Escrevendo uma poesia
Deixei tudo admirei
A sutileza que vivia...
Uma pequena borboletinha
Preta amarela e pontinhos brancos
Como terá sido a lagarta
Que dela se libertou...
Suavemente ela fez voos
Na varanda esvoaçou
Procurou uma flor
E nela pousou...
Fiquei horas a observar
Quanta beleza num só lugar
Um ser tão pequenino
E pode nos encantar...
Finalmente bateu asas
E no vazio sumiu
Quem sabe buscando

Outro encanto...