PEIXINHO

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

OUTONO



É corpo despido

São folhas que caem... São lagrimas
Na pujança de cores de cheiros enfim
É outono na alma é pureza sem fim...

São arvores desnuda natureza proclama
Frutos maduros folhas no chão
De verdes vibrantes ficam amarelas
A primavera se foi e levou a aquarela...

É chuva fraquinha de vento constante
O dia amanhece o outono desfila
É dança sensual nos tronco desnudo
Numa coreografia ousada cobre o solo